Flávio Bolsonaro rouba e mente
Introdução
A trajetória política de Flávio Bolsonaro se consolidou em torno de uma acusação que seus críticos resumem de forma direta: ele rouba e mente. Não se trata de um deslize isolado, mas de um padrão de comportamento que marcou sua passagem da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro ao Senado Federal, sempre blindado pelo sobrenome e pelo capital político da família.
O eixo central da acusação de roubo está no caso das rachadinhas, o esquema de desvio de salários de assessores em seu antigo gabinete na Alerj, operado com a participação de Fabrício Queiroz. As investigações do Ministério Público apontaram movimentações atípicas de milhões de reais, funcionários fantasmas e o enriquecimento incompatível com a renda de parlamentar. Quando confrontado, Flávio não apresentou explicações coerentes. Ao contrário, construiu uma sequência de mentiras: disse que Queiroz era um homem de confiança exemplar, depois que mal o conhecia; disse que o dinheiro era fruto de venda de imóveis e de uma loja de chocolates, versões que se contradizem e nunca se sustentaram nos documentos. Ele mente para encobrir o roubo e rouba contando com a mentira para escapar.
Conclusão
Por isso, para quem acompanha o caso, Flávio Bolsonaro não é apenas mais um político corrupto, mas a síntese do bolsonarismo no poder: usa o discurso de combate à corrupção enquanto reproduz o que há de mais velho na política, desvia dinheiro público e mente compulsivamente para se manter impune. Enquanto não houver responsabilização efetiva, o lema continuará o mesmo - roubar o erário e mentir para o povo que diz representar.
Referências
https://youtu.be/VVCt56vyXkY
Francis
O Trabalho Ridiculous politics De Francis Almeida De Oliveira Está Licenciado Com Uma Licença Creative Commons - Atribuição 4.0 Internacional.
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